Nos últimos anos, a organização dos setores da sociedade historicamente excluídos como instrumento de reivindicação, demonstrou diversos avanços nos âmbitos das ações afirmativas, no empoderamento das mulheres , nas questões de igualdade racial e melhores condições de trabalho, enfim em avanços nas áreas de direitos humanos.
Entretanto, estas ações afirmativas não se confirmam quando o assunto é homofobia. Segundo dados do Governo Federal, só no ano passado foram assassinados/ das cruelmente 200 homossexuais no Brasil. Dados como esses revelam que a homofobia está presente como nunca na sociedade, nas formas de violência física e psicológica e na discriminação institucional disfarçada, não só no ambiente de trabalho e na família, mas na própria universidade, que deveria ser um espaço de respeito à diversidade e de formação, mas que acaba por referendar esses crimes quando opta por não debater de forma estrutural as opressões advindas da orientação sexual, dentro e fora das salas de aula.
Então é nesse contexto que se insere nossa luta. Pois é também na universidade que o indivíduo enxerga um espaço de formação, sendo esse local não só de repasse do conhecimento acadêmico, mas de informação e construção de respeito, tolerância e aceitação da diversidade.
A universidade deve desenvolver conhecimento a partir da legitimação das experiências e vivencias das diversas parcelas da sociedade, como a comunidade LGBT, para de fato implementar um projeto que sirva para a superação das opressões de classe, gênero e orientação sexual.
Com isso, o DCE-UFBA, representado pela diretoria de Informação Política, afirma sua presença na I Marcha Nacional Contra a Homofobia, reivindicando a aprovação do Projeto de Lei 122/2006, que criminaliza a homofobia e desenvolvendo debates e ações para cumprir o seu intuito de luta pela garantia de igualdade de direitos e respeito à diversidade.
Convocamos também a todas e todos as/os estudantes que se juntem a nós na construção destes e de outros debates, pois só a partir de nossa organização poderemos intervir na mudança destes espaços, construindo um projeto de Universidade Democrática e Popular!
Entretanto, estas ações afirmativas não se confirmam quando o assunto é homofobia. Segundo dados do Governo Federal, só no ano passado foram assassinados/ das cruelmente 200 homossexuais no Brasil. Dados como esses revelam que a homofobia está presente como nunca na sociedade, nas formas de violência física e psicológica e na discriminação institucional disfarçada, não só no ambiente de trabalho e na família, mas na própria universidade, que deveria ser um espaço de respeito à diversidade e de formação, mas que acaba por referendar esses crimes quando opta por não debater de forma estrutural as opressões advindas da orientação sexual, dentro e fora das salas de aula.
Então é nesse contexto que se insere nossa luta. Pois é também na universidade que o indivíduo enxerga um espaço de formação, sendo esse local não só de repasse do conhecimento acadêmico, mas de informação e construção de respeito, tolerância e aceitação da diversidade.
A universidade deve desenvolver conhecimento a partir da legitimação das experiências e vivencias das diversas parcelas da sociedade, como a comunidade LGBT, para de fato implementar um projeto que sirva para a superação das opressões de classe, gênero e orientação sexual.
Com isso, o DCE-UFBA, representado pela diretoria de Informação Política, afirma sua presença na I Marcha Nacional Contra a Homofobia, reivindicando a aprovação do Projeto de Lei 122/2006, que criminaliza a homofobia e desenvolvendo debates e ações para cumprir o seu intuito de luta pela garantia de igualdade de direitos e respeito à diversidade.
Convocamos também a todas e todos as/os estudantes que se juntem a nós na construção destes e de outros debates, pois só a partir de nossa organização poderemos intervir na mudança destes espaços, construindo um projeto de Universidade Democrática e Popular!
Diego Marinho
Diretor de Informação Política do DCE-UFBa
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