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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Fórum renova direção, mas mantém experiência

4 comentários

Perfil mantém recorte racial, reforça diálogo com a academia e reincorpora a representação feminina

COMUNICAÇÃO/FÓRUM BAIANO LGBT

Na frente, Dandan (Diadorim) e Virgínia (Lilás). Atrás, Luciana (Laleska de Capri), Wesley (Beco das Cores), Gilvan (Cavaleiros de Sangrilah),  Rafael (GHP),  Paulete (Laleska de Capri), Jhuvenal (AG8-SAJ) e Erik (Lasleska de Capri)
Apesar de ressaltada a importância das referências e da experiência do antigo colegiado, as organizações presentes na Assembléia realizada durante o IV Seminário preferiram renovar completamente a direção do Fórum Baiano LGBT. A única entidade mantida será o grupo Cavaleiros de Shangrilah (Castro Alves), mas os representantes serão outros.

No interior, além daquele, o colegiado eleito e empossado no sábado será formado também pelo grupo Lilás (Lauro de Freitas), formado apenas por mulheres lésbicas e bissexuais, o que impede que a saída das primeiras representantes as levem a ser substituídas por homens. “Tivemos esse problema com o Grupo Humanus, primeiro, e com a Rede Afro LGBT, logo depois. O colegiado do Fórum passou a ser composto apenas por homens no último ano de gestão”, avaliou Nilton Luz, da Rede Afro, na mesa de avaliação (link). “Importante trazer esse diálogo para dentro do Fórum, para que também impulsione a organização das mulheres, inclusive em organizações não filiadas”, afirmou Virginia Nunes, que deverá ser indicada como titular do Grupo Lilás.

Complementa o time do interior o grupo AG8-SAJ, realizador do IV Seminário em Santo Antonio de Jesus, cujo titular deverá ser Jhuvenal Lima. “Queremos reforçar o movimento LGBT do Recôncavo na próxima gestão”, diz ele.

“A renovação do colegiado não implica em perda de experiência. As organizações, principalmente de Salvador, vão indicar representantes com acúmulo na militância e na construção do movimento LGBT da Bahia”, avaliar Wesley Francisco, que será indicado para o colegiado pela Beco das Cores. Laleska de Capri e Grupo Homossexual de Periferia (GHP) completam o time da capital. O Laleska representará as demandas das travestis e o GHP, das negras e negros LGBT. “A Rede Afro LGBT saiu, mas pelo menos duas entidades de Salvador vão continuar trazendo o recorte de raça”, diz Paulete Furacão, transexual fundadora do Laleska de Capri.

Eleito para a nova gestão do colegiado, o Diadorim – núcleo de estudos da UNEB que é fundador do Fórum Baiano LGBT – será responsável pelo diálogo permanente com a academia e as formas diferenciadas de fazer movimento LGBT. A apresentação da candidatura foi feita pelo coordenadora Sueli Messeder, e a defesa da candidatura pelo estudante Danien Dan-Dan. “O Diadorim abdicou da candidatura do colegiado em favor do Kiu!, em 2008. Agora, o Kiu! saiu e o Diadorim assume seu lugar”, comemorou Ricardo Santana, representante do Kiu! no antigo colegiado.

Outros fatores reforçam o papel do Diadorim na nova gestão. A Bahia atraiu o 9º Encontro Nacional Universitário de Diversidade Sexual, a direção nacional e a sede do VI Congresso da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura, além das segundas edições dos seminários “Enlaçando Sexualidades” e “Stonewall 40 +”. O Fórum Baiano LGBT pode se tornar referência nas disputas culturais do movimento LGBT.

4 comentários:

Anônimo disse...

Parabenizo o Fórum Baiano LGBT pelo seu IV Seminário de Fortalecimento, por mim apreendido como um espaço profícuo de diálogos entre os movimentos LGBT, a Universidade e o Estado.

Como professora da Uneb, integrante do Diadorim, entidade eleita para compor a nova direção do Fórum Baiano LGBT, e como integrante da Liga Brasileira de Lésbica da Bahia, entidade não filiada, porém, parceira do referido Fórum, quero registrar meu apoio à Direção eleita e ressaltar minhas expectativas em relação aos diálogos possíveis e necessários à construção coletiva de agendas políticas e acadêmicas que promovam o fortalecimento do movimento LGBT na Bahia com vistas à construção da garantia dos Direitos Humanos das mulheres e do seguimento LGBT.

Sem dúvidas, o IV Seminário de Fortalecimento revelou que é possível ampliar o diálogo e as parcerias, além de evidenciar que a coesão entre queers e identitários também é possível e necessária à construção da sociedade que queremos.

Desejo equilibrio, paciência e muita sabedoria a todos/as integrantes da Direção eleita.

Um abraço

Eide Paiva

Anônimo disse...

Agora é esperarmos para ver quantas conquistas reais teremos,baseado no que foi proposto nesse fórum.Parabéns para todos.

FELIZ NATAL E UM 2011 CHEIO DE LUTAS E VITÓRIAS.



Adilton
não pude fazer o registro por isso vai como anônimo mas sou eu.

Anônimo disse...

Precisa mudar o nome da laleska d" capri pois está errado .. tem quer concertar

Denny silva

Vice- Coordenador da Laleska D" Capri .

savia disse...

AOS PAIS
Q Criem TOLERACIA e nao filhos ,NAO sejam tolerantes so d palavras mas sejam TOLERANTES, TOLERANTES com dias chuvosos, TOLERANTES com dias d sol, com o gordinho ,com o magrinho ,com as morenas ,com as loiras ,com a ignoracia com inteligencia TOLERANTE COM AS ESCOLHAS do seu filho,vizinho, amigo ,TOLERANTE com GAYS,LESBICAS, BISSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSEXUAIS afinal c todos gostassem do amarelo oq seria do arco- iris ensinem a tolerar as diferenças.
PORQ QUANDO A TOLERANCIA CRESCER VERA Q CRIUO FILHOS.
Diga nao a qualquer tipo d racismo e preconceito.
ABRAÇOS MARIANA
marianapucca84@hotmail.com

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